A marca pessoal que fica.

Quando o ano termina, o mercado não recorda tudo o que fizeste. Recorda padrões. Posturas. Repetições. Recorda se foste previsível no melhor sentido: alguém que manteve linha, critério e identidade.

Por isso, a marca pessoal que fica não precisa de recomeçar no ano seguinte.
Continua.

Continua porque não viveu de euforia.
Continua porque não se perdeu em ruído.
Continua porque foi construída como processo, não como campanha.

Dezembro serve para separar o que foi presença do que foi distração. O que foi identidade do que foi adaptação excessiva.

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Maturidade é não mudar de lugar sob pressão.