O mercado lembra-se de quem se manteve.

Setembro confirma memórias.

Não se lembra de tudo. Lembra-se de quem manteve posição, discurso e presença. A marca pessoal constrói-se na memória dos outros, não na urgência do agora.

Consistência cria rasto.

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Profundidade distingue quando o ruído aumenta.

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O silêncio, outra vez mas diferente