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os bastidores da fotografia.

A fotografia saiu.

A cor da minha blusa tinha sido escolhida com base na psicologia da cor. Queria comunicar confiança, força, intemporalidade. Não houve cabeleireiro. Não houve produção excessiva. Apenas eu, o Luís e aquele instante irrepetível.

Foi ali que o livro também se escreveu.

Hoje, um ano depois dessa fotografia, sei que não foi apenas o registo de uma capa. Foi o início de um livro que já transformou marcas pessoais. E a minha.

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Janeiro. A Arquitetura.

Janeiro não pergunta quem queres ser.

Pergunta o que estás disposta a sustentar.

Depois da introspeção de dezembro, janeiro retira a emoção do processo e deixa apenas a estrutura. Não a ambição. Não a pressa. A estrutura. Aquela que não depende do humor, do aplauso ou do entusiasmo inicial.

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A marca pessoal que fica.

Quando o ano termina, o mercado não recorda tudo o que fizeste. Recorda padrões. Posturas. Repetições. Recorda se foste previsível no melhor sentido: alguém que manteve linha, critério e identidade.

Por isso, a marca pessoal que fica não precisa de recomeçar no ano seguinte.
Continua.

Continua porque não viveu de euforia.
Continua porque não se perdeu em ruído.
Continua porque foi construída como processo, não como campanha.

Dezembro serve para separar o que foi presença do que foi distração. O que foi identidade do que foi adaptação excessiva.

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O mercado lembra-se de quem se manteve.

Setembro confirma memórias.

Não se lembra de tudo. Lembra-se de quem manteve posição, discurso e presença. A marca pessoal constrói-se na memória dos outros, não na urgência do agora.

Consistência cria rasto.

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